quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Que Deus perdoe meus pensamentos.
Talvez tão incertos ainda, pela mágoa que tudo causou. Talvez tão pequenos pelo medo de ir adiante. Talvez tão maduros, pois a dor com o tempo cessa.
Se um dia, pensei em sentimentos, certezas não são tão mais evidentes. Eu sinto medo do "não amar", sinto medo do "amar para sempre". Sinto pena do que se foi, saudade do que virá.
E aquela paz, vem me visitar; A tranquilidade me abraçou; A força chegou pelas mãos de Deus.
Do futuro, espero o que há de vir. Do passado, guardo memórias, algumas até já esquecidas. Do presente, só a Vida.
E se a mente esvazia, a melodia da canção preenche o espaço no coração.
Preenche, ilumina e completa as trabéculas que a dor fez nascer. A luz entra e faz brilhar a esperança de uma novo ser.